A Verdade Em Poesia.

12/06/2016

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Meus poemas 67



MEUS POEMAS-67. meus poemas 67.

TU OUVES.

Deus como Tu és Piedoso,
És Senhor, Deus e Pai,
E ao que é teu filho ditoso,
Tu ouves, até um ai,
Estrelas puseste nos céus,
Deste a frescura nos mares,
Ao campo deste a flor,
E a beleza do horizonte,
Nos prados puseste o bisonte,
E a mim grande Deus,
E deste-me a vida Senhor!
Por: António Jesus Batalha.

meus poemas-67.

O RIO.

O nascente que encontrei,
E o rio em que eu nadei,
Era o mesmo rio,
Mas ainda,
Verifiquei,
Que o rio em que eu nadei,
Não havia nenhum navio,
Mas,Havia gente.
Muita gente,
Contente.
A nadar,
Nesse rio sem navio,
Só gente.
Havia também árvores,
Árvores de fruto,
Nas margens do rio,
Todos apanhavam
E comiam,
Os frutos,
Eu admirado,
Notava,
Que o fruto não faltava.
Saciava toda a gente.
Como eu estava contente,
De ter encontrado o nascente,
Levanto as mãos aos céus,
Porque o rio em que nadei.
É o rio que vem de Deus,
É o rio que eu achei.
Por: António Jesus Batalha.

Meus poemas 67

NADA ERA

Quando ainda não sabia,
Já eu era sem saber,
Não havia estrutura,
Nem palavras que fluíssem,
Em escuridão constante,
Nada era importante,
Mas importante eu era,
O relógio marcou a hora,
O caminho percorri,
Nasce o dia ou a noite,
Não sei, pouco importa,
Vi o sol a escurecer,
Vi o dia em seu esplendor,
E a graça de ser quem sou.
Servindo ao Senhor vou.
Ser escravo do Senhor.
Por: António Jesus Batalha.



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