09/04/2008

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Meus Poemas-04.



Meus Poemas-04.
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SEM TI.

Sem Ti é deserto meu caminho,
Jardim desprezado sem uma rosa,
Sem Ti noite triste silenciosa,
A Tua presença se torna canção,
Dentro do meu ser, rir á gargalhada,
Como sol nascente na madrugada,
Repletas de amor meu pobre coração.

Preciso de ti, estendo meus braços,
Na vida preenches todos meus passos,
Sol que branqueia roupa estendida.
Meus olhos desejam um dia te ver,
O alvo certo de todo o meu ser,
És Tu a razão de toda a minha vida.
Por: António Jesus Batalha.

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LIBERTAÇÃO.

Conhecedor do Amor e da Justiça,
Escuta outra vez a minha prece,
O grito do meu coração que aparece,
Dentro da minha alma a ti submissa.

O que dorme tranquilo e sereno,
Ás sombras de cedros, seculares,
Como o levita que sobe aos altares,
Impasse da luz e do fragor terreno.

Acorda-o e que o sol alto e pleno,
Afugente as larvas das veredas tumulares,
Que surja e saia de dentro desses mares,
Encontre mundo novo que aparece com um aceno.

E em Ti está o governo das nações,
Busquem a liberdade entre clarões,
O que por Ti sofre, e não se abate.

Sonhador que ergue a espada em combate,
O guerreiro santo na areia movediça,
Em Tua força que a vida medra e viça.
Por:António Jesus Batalha.

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O teu Divino Amor!

Dalém, ao nosso alcance.
Indescrutivel seu valor,
Tudo por nós deixas-te,
Aqui vieste morrer,
Para levar-nos, remidos,
Contigo sempre viver.
Por: António Jesus Batalha.


A Verdade Em Poesia, António Batalha, Bíblia Sagrada, Ciência, Desporto, Deus,Jesus Cristo,


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