20/06/2008

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Meus Poemas-06.



Meus Poemas-06.
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DO INVERNO.

Do ventre do inverno saiu,
A quem primavera chamamos,
Mas apenas o que se viu,
Foi o Inverno que deixamos.

A senhora que envergonhada,
Não quer deixar ficar mal,
Continua a ser molhada,
Querendo do inverno ser igual.

Cai a chuva, com grande vento,
O nosso clima está inquieto,
Como que sofrendo tormento,
Como que traz algo secreto.
Por: António Jesus Batalha.

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PROBLEMAS.

Há quem tenha problemas,
Há quem os problemas atraem,
Há vidas que parecem supremas,
De quem os problemas não saem.

Há problemas bem resolvidos,
Outros nem pensados o serão,
Há muitos problemas esquecidos,
Com medo de perderem a razão.

No principio parece pequeno,
É quando deve ser resolvido,
Se cresce muito foge terreno,
Não há lugar para ser metido.

Se o problema fica muito antigo,
Vai ficar forte como o vento,
Então pega nele teu inimigo,
E faz tua vida grande tormento.

Cada um tem que de entender,
Como com o problema lidar,
Se para ti é difícil de resolver,
Também não o deves arquivar.
Por: António Jesus Batalha.

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ILUSÃO.

Passei no vale um certo dia,
Ainda na luz da madrugada,
Vendo a árvore que crescia,
Junto a outra bem encostada.

Pensei então para comigo,
Se não seria imaginação,
Ao passar como quem sigo,
A árvore estende-me a mão.

O raiar do sol que aquecia,
Trazendo á luz toda a beleza,
Beleza que antes não via.

Dormitei, mas ao acordar,
Veio ao meu ser uma certeza,
Que desejo tenho de cá voltar.
Por: António Jesus Batalha.



A Verdade Em Poesia, António Batalha, Bíblia Sagrada, Ciência, Desporto, Deus,Jesus Cristo,


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