20/04/2010

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Meus Poemas-20.



Meus Poemas-20.
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Mar encantado,
De multidão perdida,
Tronco curvado,
Maré esquecida,
Barco sem rumo,
Sem vida lá dentro,
Passa o prumo,
Foge do vento,
Rebenta vulcão,
Foge a maré,
Pula coração,
Fugindo a pé.
Por: António Jesus Batalha.

O NOSSO GRITO.

Castanheiros abertos,
Com ramos novos,
O que há ao certo?
Fica deserto,
Só nosso grito,

São gritos nossos.
Fica silêncio,
Tudo parou,
Sem uma voz,
Nada mudou,
Gritamos nós,
Asas rasgadas,
Paredes caiadas,
Folhas caídas,

Das nossas vidas.
Castanheiros abertos,
Com ramos novos,
Depois o regresso,
De novo silêncio
Da tua morada,
Fica deserta,
Só nosso grito,
São gritos nossos.
Por:António Jesus Batalha.

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A MINHA ROSA.

Colhi um botão de rosa,
Que estava numa roseira,
Deus a colocou ali,
Para que fosse minha companheira,
Decerto que ouve um jardineiro,
Quem plantou esta bela planta,
Criou assim uma rosa santa,
Que vive num belo canteiro,
Neste mundo inteiro,
Não há rosa mais viçosa,
É a mais linda e formosa,
Que até mais não pode ser,
Eu ainda volto a dizer,
Que lindo botão de rosa.
Por:António Jesus Batalha.

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SEM RUMO.

Abriu Sua boca,
À multidão falou,
Surda,
Sem rumo,
Sem alvo,
Enganada
Com ilusões,
Da vida
Fechada,
A morte
Espera,
Desespera
A multidão surda,
Sem rumo,
Com rumo ao abismo,
A multidão,
Perdida,
Da vida.
Por: António Jesus Batalha.

CEMITÉRIO.

No cemitério,
Que eu conheço,
Ninfas e sereias,
Lá vivem felizes,
Deixei,
Não sozinho,
A casa desabitada,
Habitada,
Limpa,
Adornada,
Feliz.
E,moldada.
Por:António Jesus Batalha.



A Verdade Em Poesia, António Batalha, Bíblia Sagrada, Ciência, Desporto, Deus,Jesus Cristo,


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